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terça-feira, 11 de setembro de 2007

Sobre a constituição de um flato

A gente, quando se inventa de enveredar pela ciência, descobre tantas coisas engraçadas... E eu nem sei por que teimamos em não morrer de rir com elas. Por exemplo, estudando a origem dos gases que naturalmente soltamos, descobri que apenas 1% deles é composto pelo elemento enxofre (S). É justamente essa pequena parcela a responsável pelo fedor do peido. Já pensou se o enxofre ocupasse 100% do total? Para que avião, se o bin Laden poderia ter devastado o Ocidente? E haja ventas...

Mariane chegou!

Lembram que no dia 8 de agosto publiquei aqui no Blog um texto para um bebê que chegaria em breve? Intitulado "Para Mariane". E ela chegou, em 8 de setembro, dia em que os católicos festejam a Natividade de Nossa Senhora!
Por pouco ela escapou de nascer no Dia da Pátria... Ufa, que alívio! Uma independente de celebrar o aniversário no mesmo dia de nossa Independência Intestinal.
Agradeço à inspiração que me fez anunciar a vinda de Mariane com exato um mês de antecedência...






Nome
MARIANE REIS MARCELINO

Pai
MÁRCIO SANTANA MARCELINO

Mãe
CRISTIANE REIS WANDERLEY

Peso
2745 g

Comprimento
47 cm

Obstetra
GUSTAVO BRESOLIN

Anestesista
DANIELA VASCONCELLOS

Pediatra
MARIA EMILIA GEIST

Data nasc.
08/09/2007

Hora
00:15

Eu amo AL

Adoro essas duas letrinhas: um "A" e um "L".
É a sigla do Estado de Alagoas.
O encontro dessas duas letras, a primeira das vogais e a décima terceira das consoantes, é forte e elegante. Sentimos a energia de palavras terminadas com elas quando deixamos cumprirem a sua função fonética, com o som provocado a partir da livre passagem do ar pela boca em toda a sua pronúncia. Sim, pois o "L", ajuntado após o "A", solto à beira do vocábulo, tem som de "U".
Alguns, influenciados por outros costumes lingüísticos, obstaculizam a passagem do ar ligeiramente ao final do vocábulo, dando com a ponta da língua em direção ao palato-duro (o antigo céu-da-boca). Para ilustrar o que quero dizer, imaginemos então um sotaque de influência germano-gaúcha.
Pois bem, assim temos o tal e o qual, o coloquial, o palmeiral, a catedral, o hospital, o banal e o bananal. O casual, o temporal, o espiritual, o material, o real, o ideal e o pó Royal. A UFAL, a UNEAL, o CEFET-AL (eu preferia ETFAL), o canavial, o legal, o imoral, o maioral, o Melhoral, o marginal, o estadual e o Capital.
Já pensou numa frase que pudesse obedecer a uma seqüência de encontros vocálicos com o "L" no final? Vejamos essa:

"O mal do cartel do Brasil no rol do..."